É nosso amigo?
O presidente americano Barack Obama, veio ao Brasil na última semana para dizer que somos amigos e parceiros comercias, além de falar que somos uma nação democrática, e do nosso país autorizar uma intervenção militar na Líbia.
Os americanos gostam de provocar guerras, para conquistar novos territórios e garantir o estilo de vida de cada um de seus filhos, os maiores consumidores do planeta.
Seu representante Máximo tinha essa missão e pelo que consta cumpriu, já que atores globais o elogiaram em seu discurso no Rio de Janeiro, além de ele falar algumas palavras em português, seno uma unanimidade na opinião pública de nosso país. Talvez também devêssemos ser a América, alias somos, a do sul e o seu maior representante.
Obama quer é o nosso dinheiro, mas o livre comércio que ele prega só vale para nós. Eles podem vir e venderem, nós podemos ir e vender também, mas os nossos impostos na terra do tio Sam serão tantos, que o nosso produto dificilmente terá aceitação.
Na teoria é lindo o discurso, na prática, acredito que estão tentando nos invadir sem ser com conflito armado, porque a Guerra seria boa, perderíamos muito provavelmente, mas venderíamos caro a derrota.
O Brasil se relaciona bem com todos os EUA não. Nós temos diversos recursos naturais principalmente no campo energético, eles não. Os americanos quando não tem um recurso, eles buscam fora, mas eles não pagam, eles querem tomar a força. As guerras deles nos mostraram isso. Agora eles querem o Brasil, nós somos o futuro, aqui ainda tem petróleo, temos água potável e a Amazônia.
Talvez eles resolvam nos invadir, para tomar os nossos recursos, bom não seria a primeira vez, um exemplo foi à invasão portuguesa. A questão é estamos preparados para invasão ou vamos deixar que continuem agindo com os seus agentes.
O fato é, deveríamos tentar agir de alguma forma, de preferência com negociação, muitos dizem conversando é que se chega há algum lugar, o problema é quando chegar à vez dos irmãos do norte cederem.







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