This is default featured slide 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A REFORMA MINISTERIAL


As soluções de Dilma e a sua herança política

Mas uma vez venho relatar algo extraordinário sobre o atual governo, a Chefe de Estado brasileira ultimamente tem agido como uma autêntica Chefe de Governo, já que mais um Ministro envolvido em escândalos caiu, a principio a presidenta está de parabéns. Mas vamos recapitular.


De janeiro a dezembro de 2011 a presidenta Dilma Rousseff teve problemas com sete ministros de estado, o mais grave, seis são suspeitos de atos de corrupção e por isso deixaram o governo. E um parecia mais um adversário do que propriamente um aliado.
O grande fato é que todos faziam parte do antigo governo e estamos vendo uma verdadeira faxina, mas é varrer para baixo do tapete, já que a herança maldita continua; a tal governabilidade. Em um país como o Brasil é necessário ter a distribuição de cargos de todos os escalões governamentais para poder governar. É O CÚMULO DO ABSURDO, já que os interesses individuais ficam acima dos interesses coletivos. 
Em janeiro teremos a primeira reforma de ministérios do governo Dilma, ela quer enxugar a máquina o que necessário, não precisamos ter tantas pastas para lotear cargos públicos e sim ministérios eficientes e que consigam controlar lá na ponta, a base, porque do jeito que está nem o ministro ou a presidente sabem quem está na linha de frente.
Para o país ter os interesses coletivos acima dos individuais é necessário termos com urgência uma reforma política e a primeira regra tem que ser para os partidos: eles não devem fazer coalisões, isso quer dizer, não se juntarem. Assim dessa forma as ideologias podem quem sabe, ficar acima dos interesses partidários, que hoje em dia significam apenas cargos e nada mais.  
Esta é reforma que esperamos no próximo ano e não seis por meia dúzia, que é o que provavelmente vai acontecer em janeiro de 2012, a presidente não vai conseguir ministros altamente blindados, conforme tem que ser. O motivo é simples, o mandatário ou ocupante do cargo simplesmente está ali porque a legenda (PARTIDO POLÍTICO) não pode assumir, é por isso que ela coloca alguém para representa-la e defender seus interesses e não que é necessário para o bem estar de uma população.
Felipe Dias