This is default featured slide 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

VIOLÊNCIA


Há muitas caveiras nesta semana no Rio de Janeiro

Heróis de preto

Nos últimos dias estamos vendo cenas de uma verdadeira guerra na cidade do Rio de Janeiro é o Estado tendo ocupar seu lugar de direito, que foi tomado pelo tráfico de drogas devido ao descaso das próprias autoridades nos últimos anos.

O que estamos assistindo é uma sede de sangue que a sociedade quer ver, fora marginais nem que para isso sejam escurras sados na base da bala, uma sensação de que homens do preto do BOPE (Batalhão de Operações Policias Especiais) são nossos heróis graças em grande parte a um personagem o Nascimento o policial inabalável e integro que faz de tudo para cumprir a lei, só que não respeita o tal dos direitos humanos, mas os direitos respeitam demais os bandidos.

O policial Nascimento é o elo entre ficção e ralidade vamos fazer um paralelo. Nascimento está para realidade atual como o comissário Matos estava para os anos 50 que culminou no suicídio de Getúlio Vargas na inesquecível obra “Agosto” de Rubem Fonseca.

Nascimento assim como o comissário é uma obra de ficção, só que policial do Bope conseguiu atrair a grande massa, que passou a respeitá-lo como o homem que não dá vez para aqueles que estão as margens das nossas leis, vagabundos, só que dois são honestos e íntegros, só que Matos acaba sendo assassinado por procurar a verdade, o Nascimento não é um exemplo, é um matador, torturador de marginais.

O filme ajuda a sociedade a exigir respostas do poder público, mas o Estado está fazendo sua parte sim, só que o Rio de Janeiro, tem que investir não só no enfrentamento, mas também em prevenção.

O governantes como sempre vão fazer o mais fácil, para colher ganhos políticos, ou seja, só estão fazendo algo porque hoje não dá mais para esconder da mídia o que acontece. Alias a mídia eletrônica rádio/TV está transmitindo em loco (o que acontece de dentro da cidade, ao lado dos policiais). Pena o capitão agora tenente coronel Nascimento e o glorioso comissário Matos serem um herói da ficção, que está em cada um de nós contra à criminalidade, é uma pena eles não existirem, mas os nossos atuais governantes, lembrando que nós escolhemos há pouco tempo, não conseguem pensar em prevenção e o resultado é o iminente confronto.

Felipe Dias